LSM – A saída de Fabricinho do Horta da Câmara Municipal de Maricá, nesta terça-feira, 8, foi acompanhada por um discurso de forte teor político. Ao comentar o fim de sua passagem pelo Legislativo, o suplente afirmou que o município vive um ambiente de pressão e chegou a falar em uma “imposição do medo” na cidade.
Fabricinho deixou a cadeira após o retorno dos vereadores titulares Marcus Bambam, Marcinho da Construção e Rony Peterson, todos do PSD. A mudança na composição da Câmara também resultou nas saídas dos suplentes Felipe Auni e Robson Dutra.
Em uma declaração publicada nas redes sociais, Fabricinho fez críticas à situação que, segundo ele, estaria sendo vivida por diferentes setores da cidade. O político citou comerciantes e servidores públicos ao falar sobre o ambiente que afirma existir atualmente em Maricá.
“Há uma imposição do medo aqui na cidade como nunca tinha visto antes”, declarou.
Apesar do tom crítico, Fabricinho não detalhou, nesse trecho da declaração, episódios específicos que comprovassem a situação mencionada. A afirmação representa, portanto, a avaliação política feita por ele ao deixar o cargo.
Fabricinho também aproveitou a despedida para fazer um balanço de sua atuação como vereador. Entre as bandeiras defendidas durante sua passagem pela Câmara estão a proteção animal, propostas relacionadas à moeda social Mumbuca e a implantação de um hospital veterinário em Maricá.
Fora do Legislativo, ele indicou que continuará participando das discussões políticas do município e reafirmou seu apoio ao ex-prefeito Fabiano Horta (PT).
A saída de Fabricinho ocorre em meio às movimentações políticas em Maricá e transforma sua despedida da Câmara também em um posicionamento sobre o atual cenário da cidade.









