LSM – Funcionários da saúde de Maricá cobram o pagamento das verbas rescisórias relacionadas ao encerramento do contrato da Organização Social (OS) Mahatma Gandhi, que administrava as unidades da rede municipal de saúde.
Segundo relatos encaminhados ao LSM, profissionais que atuavam no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, na UPA, Santa Rita e nas bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) aguardam desde fevereiro o pagamento dos valores.
Os trabalhadores afirmam que receberam os documentos com os cálculos das rescisões, mas que os depósitos ainda não foram realizados.
O tema também foi abordado pelo prefeito de Maricá, Washington Quaquá, em uma publicação nas redes sociais. Na ocasião, o prefeito afirmou que pretende acionar judicialmente a Organização Social Mahatma Gandhi e garantiu que os direitos trabalhistas dos profissionais serão pagos. Apesar da declaração, funcionários relatam que seguem aguardando o pagamento das verbas rescisórias e que, até o momento, nenhum depósito foi realizado.
Procurada pela reportagem, a Prefeitura de Maricá informou, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que as verbas rescisórias dos profissionais são de responsabilidade da organização social, conforme previsto em contrato e na legislação vigente.
Em nota, o município afirmou ainda que acompanha a situação e adotou medidas administrativas para garantir o pagamento dos valores devidos aos trabalhadores.
Até o momento, não há previsão divulgada para a quitação das verbas rescisórias pendentes.









