LSM – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira, 17, que Monique Medeiros volte a cumprir prisão preventiva no caso que investiga a morte do menino Henry Borel, ocorrida em 2021, no Rio de Janeiro.
A decisão reverte o entendimento da Justiça estadual, que havia concedido liberdade à ré sob a justificativa de excesso de prazo na prisão. No STF, o ministro avaliou que a manutenção da custódia é necessária diante da gravidade do caso e para garantir o andamento do processo.
Monique havia deixado a prisão após decisão da primeira instância, mas o caso voltou a ser analisado pelo Supremo a partir de recurso apresentado pelo pai de Henry, Leniel Borel.
Ela é ré no processo que apura a morte do filho, de 4 anos, e responde por acusações relacionadas a homicídio e tortura.
Com a nova decisão, a ordem de prisão preventiva é restabelecida, e Monique deve voltar ao sistema prisional enquanto o processo segue tramitando na Justiça.








