LSM – O Brasil deve receber em junho um avanço considerado histórico no tratamento do Alzheimer. Trata-se do lecanemabe, primeiro medicamento aprovado no país com potencial de desacelerar a progressão da doença em estágio inicial.
Diferente dos tratamentos tradicionais, voltados principalmente para aliviar sintomas, o medicamento atua diretamente em uma das causas associadas ao Alzheimer, combatendo placas beta-amiloide no cérebro.
Estudos clínicos indicam que o tratamento pode reduzir o declínio cognitivo em pacientes diagnosticados precocemente, reforçando a importância do diagnóstico em fases iniciais.
A aplicação do medicamento será feita por infusão intravenosa a cada duas semanas, em ambiente controlado. O custo estimado, em torno de R$ 11 mil por mês, ainda gera debate sobre acesso ao tratamento.
Mesmo com desafios, especialistas apontam a chegada do remédio como um marco na neurologia e uma nova esperança para pacientes e familiares que convivem com a doença.








