LSM – O candidato a deputado federal Diego Quaquá defendeu uma estratégia de segurança pública que combine policiamento, políticas sociais e uso de inteligência. Durante entrevista, ele citou a experiência de Medellín, na Colômbia, como referência para uma abordagem que, segundo ele, também deve envolver investimentos nas comunidades.
Diego afirmou que a segurança pública deve se apoiar em três pilares: estabilidade territorial, oportunidades e inteligência.
Segundo o candidato, o primeiro ponto envolve a presença de forças de segurança preparadas para impedir o domínio de territórios por grupos criminosos. O segundo prevê investimentos em educação, esporte, cultura, lazer e geração de oportunidades para moradores das comunidades.
Já o terceiro pilar seria o uso de inteligência para identificar criminosos e planejar operações. Diego criticou ações policiais que, segundo ele, priorizam confrontos e defendeu operações direcionadas contra integrantes de grupos criminosos, com menor risco para moradores.
Ao falar sobre Medellín, Diego afirmou que a cidade, marcada historicamente pela atuação do narcotráfico, teria reduzido os índices de violência ao combinar segurança com investimentos sociais. Ele também mencionou a prisão de Elias Maluco durante o governo de Benedita da Silva como exemplo de operação baseada em inteligência.
“Não adianta chegar atirando. A gente tem que fazer a operação policial com inteligência, saber onde está a bandidagem, não sair atirando em trabalhador, em criança, em dona de casa”, afirmou.
O candidato também citou medidas adotadas em Maricá, como o armamento da Guarda Municipal e a instalação de câmeras de segurança. Segundo Diego, essas ferramentas devem ser utilizadas para ampliar a capacidade de monitoramento e planejamento das ações.
Na avaliação apresentada pelo candidato, a política de segurança também precisa estar associada a medidas sociais. Ele citou iniciativas como o Passaporte Universitário, o banco comunitário, além de investimentos em infraestrutura e saneamento, como parte de uma estratégia voltada às comunidades.
“Dá pra fazer segurança pública garantindo a segurança da favela, garantindo a dignidade do morador e garantindo a efetividade da nossa polícia”, declarou.







