LSM – A direção do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara informou que o paciente que morreu após passar mal em um ônibus “Vermelhinho”, na manhã desta quarta-feira, procurou inicialmente a unidade com queixa de dor no ombro há cerca de sete dias.
Segundo a unidade hospitalar, o homem deu entrada por meios próprios, passou pela classificação de risco e recebeu pulseira verde, considerada caso sem urgência imediata. Após avaliação médica, ele teria sido referenciado para outra unidade da rede municipal, seguindo protocolo de urgência e emergência.
De acordo com a direção do hospital, minutos após deixar a unidade, o paciente sofreu um mal súbito dentro do coletivo e retornou à emergência, onde, segundo a nota, foi atendido imediatamente pela equipe médica e multidisciplinar.
Ainda conforme o hospital, apesar das tentativas de intervenção, o paciente não respondeu aos procedimentos e evoluiu a óbito.
A direção ressaltou que o caso não se trata de falta de atendimento ou omissão de profissionais, destacando que o paciente foi avaliado, orientado e, ao retornar em estado grave, recebeu atendimento imediato.
A morte do homem gerou grande repercussão e debate nas redes sociais após relatos de testemunhas levantarem questionamentos sobre a dinâmica do atendimento. Com a manifestação da unidade, o caso ganha nova versão oficial enquanto seguem as discussões sobre o ocorrido.
Diante da repercussão, a direção da unidade informou ainda que será aberta uma sindicância para apurar o caso e esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido.








