LSM – Funcionários do Hospital Conde Modesto Leal, em Maricá, avaliam a possibilidade de greve diante do atraso no pagamento das verbas rescisórias após o encerramento do contrato com a empresa responsável pela gestão de parte dos serviços na unidade.
Segundo relatos de trabalhadores, os valores deveriam ter sido quitados após o término do vínculo contratual, mas até o momento não houve pagamento nem comunicação oficial por parte da empresa envolvida.
A situação tem gerado insatisfação entre os profissionais, que discutem medidas coletivas, incluindo a paralisação das atividades, caso não haja uma definição sobre os repasses devidos.
Os funcionários cobram esclarecimentos sobre a responsabilidade pelos pagamentos e uma previsão para regularização dos valores. A preocupação também envolve possíveis impactos no funcionamento da unidade, que é uma das principais referências de atendimento na cidade.
Em nota, a Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, esclareceu que as verbas rescisórias dos profissionais da organização social que geria o Hospital Conde Modesto Leal são de responsabilidade da própria instituição, conforme previsto em contrato e na legislação vigente.
A administração municipal informou ainda que acompanha a situação e adotou medidas administrativas para garantir o pagamento. Segundo a Prefeitura, a unidade segue funcionando normalmente, sem interrupção nos serviços prestados à população.
A equipe de redação também tentou contato com representantes da empresa responsável, mas não conseguiu localizar nenhum responsável até a publicação desta matéria.








