LSM — Nesta sexta-feira, 11 de setembro de 2026, o mundo relembra os 25 anos dos atentados terroristas que atingiram os Estados Unidos e ficaram marcados como um dos acontecimentos mais impactantes do século XXI.
Na manhã de 11 de setembro de 2001, 19 integrantes da organização extremista al-Qaeda sequestraram quatro aviões comerciais. Dois deles foram lançados contra as Torres Norte e Sul do World Trade Center, em Nova York. Um terceiro atingiu o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, na região de Washington, D.C.
O quarto avião, o voo 93 da United Airlines, caiu em uma área rural próxima a Shanksville, na Pensilvânia. Passageiros e tripulantes tentaram retomar o controle da aeronave depois de descobrirem que os aviões sequestrados estavam sendo utilizados nos ataques.
Os atentados deixaram 2.977 mortos, entre passageiros, tripulantes, trabalhadores e pessoas que estavam nos locais atingidos. As vítimas eram de mais de 90 nacionalidades.
Uma manhã que parou o mundo
O primeiro avião atingiu a Torre Norte às 8h46, no horário local. Cerca de 17 minutos depois, às 9h03, o segundo avião atingiu a Torre Sul.
As imagens dos impactos e, posteriormente, do colapso dos dois edifícios foram transmitidas para milhões de pessoas em todo o planeta.
Às 9h37, o voo 77 atingiu o Pentágono. Pouco depois, às 9h59, a Torre Sul desabou. A Torre Norte caiu às 10h28.
O quarto avião caiu às 10h03, depois da reação dos passageiros e tripulantes que tentaram impedir que a aeronave chegasse ao destino planejado pelos sequestradores.
Consequências que ultrapassaram as fronteiras dos Estados Unidos
O 11 de setembro não ficou restrito à tragédia daquele dia. Os atentados provocaram profundas mudanças na política internacional, na segurança dos aeroportos e nas estratégias de combate ao terrorismo.
O governo norte-americano iniciou uma ampla ofensiva contra organizações terroristas e, posteriormente, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão, dando início a uma longa guerra que se estendeu por duas décadas.
Internamente, os atentados também provocaram uma grande reorganização das estruturas de segurança dos Estados Unidos, incluindo a criação do Departamento de Segurança Interna, o Department of Homeland Security.
25 anos depois
Um quarto de século após os ataques, a lembrança permanece especialmente importante para uma geração que nasceu depois de 2001 e não acompanhou os acontecimentos em tempo real.
O Memorial e Museu do 11 de Setembro destaca que, em 2026, cerca de 100 milhões de americanos são jovens demais para terem uma memória própria daquele dia. A instituição reforça a importância de preservar os relatos sobre as vítimas, os sobreviventes e as pessoas que participaram das operações de resgate e atendimento.
Todos os anos, familiares das vítimas participam de uma cerimônia no Memorial do 11 de Setembro, em Nova York, onde os nomes das pessoas mortas são lidos em homenagem às vítimas.
Um dia que permanece na memória
Passados 25 anos, o 11 de setembro continua sendo lembrado não apenas pelas imagens da destruição, mas também pelas histórias de vítimas, sobreviventes, bombeiros, policiais, profissionais de emergência e cidadãos que ajudaram outras pessoas durante uma das maiores tragédias da história recente.
A data permanece como um momento de reflexão sobre a violência, o terrorismo, a solidariedade e as consequências que um único acontecimento pode provocar em todo o mundo.
25 anos depois, o 11 de setembro permanece na história. E a memória das vítimas continua sendo preservada.







