LSM- O ex-senador Roberto Cavalcanti gerou forte repercussão nesta quinta-feira, 30, ao criticar o feriado de 1º de maio, conhecido como Dia do Trabalhador.
Durante participação em programa ao vivo na TV Correio, ele afirmou que a data deveria ser chamada de “dia da vagabundagem”.
Na declaração, Cavalcanti argumentou que o feriado não representa o trabalho, defendendo que a atividade profissional está ligada à rotina diária. Ele também se posicionou contra a quantidade de feriados ao longo do ano, afirmando que isso prejudica o desenvolvimento econômico.
O empresário mencionou ainda que, quando atuou no Senado, apresentou um projeto propondo a concentração de feriados em segundas e sextas-feiras, com o objetivo de evitar os chamados “feriadões prolongados”.
Dono do Sistema Correio de Comunicação – que inclui emissoras de TV, rádio e o jornal Correio da Paraíba -, Cavalcanti também integra a Academia Paraibana de Letras.
As declarações provocaram reações nas redes sociais e reacenderam o debate sobre o impacto dos feriados na economia e o significado histórico do Dia do Trabalhador.








