LSM – A deputada federal Benedita da Silva (PT) criticou a atuação do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, na articulação da chapa do partido ao Senado no Rio de Janeiro. A disputa expôs divergências internas na legenda às vésperas da definição das candidaturas para 2026.
O impasse gira em torno da composição da chapa que terá Benedita como candidata ao Senado. O principal ponto de discordância está na escolha dos nomes que irão ocupar as vagas de suplência, tema que tem gerado debate entre diferentes grupos internos do partido.
Em manifestação, Benedita defendeu que a escolha dos suplentes deve ser construída de forma coletiva dentro do partido. Ela também indicou o nome de Manoel Savarino, como opção para compor a suplência.
“A composição da chapa que liderarei nesta eleição passa por um debate coletivo e uma decisão política entre todas as instâncias do meu partido, porém, é importante reafirmar que esta escolha também passa — necessariamente — pelo meu direito de decidir, pois trata-se de uma decisão política que envolve confiança, alinhamento de projeto e compromisso com a nossa população”, afirmou em um artigo publicado no portal Brasil 247.
Como contraponto, o grupo ligado a Quaquá apresentou outros nomes para a composição da chapa, entre eles o vereador Felipe Pires e o pastor e cantor Kleber Lucas.
Em nota, o dirigente afirmou que houve discordância sobre uma indicação para a suplência.
“Fomos surpreendidos com a exigência de inclusão, como primeiro suplente, de um assessor, ex-presidente da Casa da Moeda, envolvido em escândalos. Não concordamos com essa indicação e, em reunião do diretório, aprovamos os dois nomes apresentados pelo nosso campo”, declarou.
Apesar das divergências, a candidatura de Benedita ao Senado segue mantida nas articulações internas, enquanto as conversas continuam em andamento para definição final da chapa no estado.







