LSM – Um relatório de inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro revelou um suposto plano do Comando Vermelho para atacar o secretário de Polícia Militar do estado, aumentando o nível de alerta na segurança pública do Rio de Janeiro.
De acordo com o documento, criminosos ligados à facção teriam monitorado a rotina e o endereço do coronel Marcelo de Menezes Nogueira, o que indica a possibilidade de uma ação direcionada. As informações foram obtidas a partir de análises de movimentações e comunicações do grupo.
As investigações apontam que a ameaça pode estar relacionada à morte de Wagner Barreto de Alencar, conhecido como Cachulé, apontado como uma das lideranças do grupo. Após o episódio, nomes como Edgar Alves de Andrade, Carlos da Costa Neves e Luciano Martiniano da Silva teriam discutido possíveis ações de retaliação, incluindo ataques e estratégias de expansão territorial, especialmente na Zona Oeste.
Segundo a Delegacia de Repressão a Entorpecentes, o caso é tratado como prioridade. Medidas preventivas já foram adotadas, como o reforço na segurança do secretário e o monitoramento contínuo das lideranças envolvidas.
O relatório também aponta aumento na tensão entre a facção e as forças de segurança, cenário que exige atenção redobrada das autoridades. As investigações seguem em andamento, e novas ações podem ser adotadas conforme o avanço das apurações.








