LSM – Uma família de Maricá denuncia demora na comunicação da morte de um detento e dificuldades para liberação do corpo no Instituto Médico Legal de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.
O caso teria ocorrido após a morte de um homem no último dia 9 de fevereiro, dentro do sistema prisional do estado.
Segundo relatos dos familiares, o óbito só teria sido informado no dia 20 de fevereiro, 11 dias após a morte. Eles afirmam ainda que, ao chegarem ao IML de Campo Grande, constataram que a certidão de óbito já havia sido emitida sem o conhecimento da família.
De acordo com os parentes, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro teria encaminhado documento solicitando providências e a devolução da via original da certidão, mas, até o momento, o impasse não teria sido resolvido. O corpo permanece no IML há mais de duas semanas, aguardando liberação para sepultamento em Maricá.
A família relata que o detento havia sido condenado recentemente por um crime cometido em 1997 e que o processo corre em segredo de Justiça. Ainda segundo os familiares, o homem apresentava diversos problemas de saúde, incluindo diabetes, hipertensão, insuficiência renal, ausência de um pulmão e deficiência visual.
Parentes informaram que estão buscando atendimento emergencial junto à Defensoria Pública, na Praça 15, no Centro do Rio, para tentar resolver a situação e garantir a liberação do corpo.
Até o momento, não houve posicionamento oficial dos órgãos responsáveis sobre as circunstâncias da morte nem sobre a alegada demora na comunicação à família.








