LSM- Maricá iniciou as obras de construção do 13º Batalhão da Polícia Militar e da chamada Cidade da Segurança, um dos maiores projetos já planejados para fortalecer a segurança pública no município e acompanhar o crescimento acelerado da cidade.
As intervenções estão sendo executadas pela Autarquia Municipal de Serviços de Obras de Maricá (Somar), responsável pela preparação do terreno e pela execução das primeiras etapas do complexo que reunirá diferentes forças de segurança em um único espaço.
O projeto prevê a integração da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, da Guarda Municipal de Maricá e da Secretaria de Segurança Cidadã em uma estrutura moderna voltada para planejamento estratégico, inteligência e resposta rápida às ocorrências.
Um dos principais destaques será a criação de um Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que funcionará 24 horas por dia e utilizará câmeras inteligentes espalhadas por toda a cidade para monitoramento em tempo real.
A estrutura também contará com áreas destinadas a treinamentos físicos e táticos das equipes de segurança, incluindo estande de tiro, além de abrigar as sedes administrativas das instituições que atuarão no local.
De acordo com o secretário de Segurança Cidadã, Julio Veras, a iniciativa marca uma nova fase na política de segurança do município.
Segundo ele, a proximidade entre as forças de segurança facilitará a troca de informações e permitirá respostas mais rápidas às demandas da população.
A criação da Cidade da Segurança acompanha o crescimento populacional de Maricá, estimado em cerca de 10% ao ano, além da chegada de novos empreendimentos industriais e logísticos que ampliam a circulação de pessoas e veículos no município.
Atualmente, a cidade já conta com mais de 3 mil câmeras de vídeo monitoramento, número que deve chegar a 7 mil equipamentos nos próximos anos, além de totens de segurança instalados em pontos estratégicos.
Os investimentos em tecnologia e integração das forças de segurança já apresentam resultados. Em 2025, Maricá registrou o menor índice de letalidade violenta desde 2003, além de permanecer cerca de um ano e meio sem registros de latrocínio.










