LSM- O bebê de apenas 8 meses, identificado como Jonah, continua internado em estado grave no Centro de Terapia Intensiva (CTI) pediátrico do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em Maricá. O caso, que chocou moradores da cidade, é investigado pela Polícia Civil após a criança dar entrada na unidade hospitalar com sinais de v10l&nc1a $exua!, agressões físicas e maus-tratos.
Segundo informações da investigação, além do ab#s0, o menino apresentava ferimentos na cabeça, marcas de asfixia no peito e no pescoço, além de diversos indícios de v10l&nc1a física. O estado de saúde da criança segue considerado grave.
O caso está sendo conduzido pela 82ª DP, sob coordenação do delegado Cláudio Vieira Campos. De acordo com a Polícia Civil, a mãe do bebê, de 36 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça após apresentar contradições durante os depoimentos prestados aos investigadores.
Ainda segundo a investigação, a mulher é apontada como usuária de crack e responderá, inicialmente, por estupr0 de vulnerável por omissão imprópria. Outras pessoas também foram ouvidas ao longo das diligências policiais.
Durante a apuração do caso, agentes realizaram perícia na residência onde a criança vivia, no bairro Amizade/Jacaroá. Segundo a Polícia, o imóvel apresentava condições extremamente precárias, sem telhado e com sinais de abandono.
As investigações apontam ainda que o bebê era deixado em um colchão no chão enquanto homens frequentavam o imóvel. Informações levantadas pela Polícia Civil indicam também possíveis episódios de abandono da criança em pontos ligados ao tráfico de drogas e negligência com cuidados básicos.
De acordo com os investigadores e com relatos médicos, Jonah já apresentava sinais de sofrimento e possíveis maus-tratos desde o último dia 9 de maio. O Conselho Tutelar também acompanha o caso.
A Polícia Civil segue investigando todas as circunstâncias do crime para identificar possíveis envolvidos e esclarecer como as agressões ocorreram.








