LSM – A Câmara de Maricá analisa nesta quinta-feira, 9, um projeto de lei que cria o Dia Municipal da Liberdade de Expressão, proposto pelo vereador Netuno (PL). A data escolhida é 18 de junho, em memória do jornalista Romário Barros, assassinado na cidade em 2019, no bairro de Araçatiba.
Romário Barros foi fundador do Portal Lei Seca Maricá e atuava na defesa do jornalismo comunitário. O assassinato ocorreu menos de um mês após a morte de outro jornalista local, Robson Giorno. Investigações da Polícia Civil e do Ministério Público apontam possível envolvimento de milícias da região.
O projeto prevê a realização de palestras, debates e campanhas educativas sobre o direito à livre manifestação e seus limites.
Caso seja aprovado, a prefeitura poderá firmar parcerias com escolas e organizações da sociedade civil para promover eventos culturais e seminários ligados à liberdade de imprensa.
A votação na Câmara ocorre a partir das 10h. Se aprovada, a lei seguirá para sanção do prefeito Washington Quaquá (PT
A votação está prevista para começar, e a expectativa é que o tema mobilize discussões relevantes sobre o papel da comunicação, da democracia e da proteção a profissionais da imprensa. A criação da liberdade de expressão em Maricá como data oficial reforça a tentativa de transformar memória em conscientização social.







