LSM – Os preços dos medicamentos vendidos em farmácias de todo o país podem sofrer reajuste a partir desta terça-feira, 31, com aumento máximo de até 3,81%. O percentual foi autorizado pelo governo federal por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), responsável por estabelecer o teto anual de preços do setor.
O reajuste não é uniforme e varia conforme o nível de concorrência de cada produto. Medicamentos com maior concorrência no mercado podem alcançar o teto máximo de aumento, enquanto aqueles com menor competitividade terão percentuais mais baixos, podendo ficar próximos de 1%.
Apesar da liberação, o aumento não é automático. As indústrias farmacêuticas têm autonomia para decidir se aplicam o reajuste, desde que respeitem os limites estabelecidos. Além disso, o valor final ao consumidor pode variar nas farmácias, já que descontos e promoções seguem sendo praticados.
A correção anual leva em conta uma série de fatores econômicos, como a inflação acumulada, custos de produção e a produtividade da indústria farmacêutica. O objetivo é equilibrar os interesses do setor com a necessidade de manter o acesso da população aos medicamentos.








