LSM – A proposta do Prefeito Eduardo Cavaliere de ampliar para 15 o número de escolas de samba no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro segue em discussão e enfrenta desafios para sair do papel. A ideia prevê a inclusão de mais agremiações já no próximo ano, mas depende de ajustes estruturais e financeiros para ser viabilizada.
Entre os principais pontos estão à necessidade de reformas no Sambódromo e melhorias na Cidade do Samba, incluindo adequações às normas de segurança. A estrutura atual é considerada limitada para comportar o aumento no número de desfiles sem intervenções prévias.
Outro fator considerado essencial é o aumento de recursos destinados às escolas. A ampliação do grupo exigiria maior investimento público para garantir que todas as agremiações mantenham o padrão dos desfiles, sem prejuízo à qualidade do espetáculo.
Além disso, mudanças no formato e na logística do evento também seriam necessárias, já que a inclusão de mais escolas impacta diretamente o tempo de desfile e a organização das apresentações.
A proposta ainda não é consenso entre as agremiações e precisa ser debatida internamente antes de qualquer definição. Alterações desse porte dependem de aprovação coletiva das escolas e alinhamento com o poder público.
A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (LIESA) informou que a medida só poderá avançar caso haja condições estruturais e financeiras adequadas para garantir a realização dos desfiles com segurança e qualidade.








