LSM – O estado do Rio de Janeiro deu um passo importante na área de segurança e justiça ao aprovar a criação de um Banco Estadual de Perfis Genéticos. A iniciativa, sancionada pela Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), tem como objetivo apoiar investigações criminais e auxiliar na localização de pessoas desaparecidas.
Segundo especialistas, o banco permitirá o cruzamento de amostras de DNA coletadas em locais de crimes com perfis genéticos de suspeitos ou de familiares de desaparecidos, tornando mais rápidas e precisas as investigações. A medida também busca trazer respostas para famílias que aguardam há anos pela localização de entes queridos.
O projeto prevê que os perfis genéticos sejam inseridos no sistema em três situações: após condenação definitiva por crimes graves, mediante decisão judicial em investigações ou por doação voluntária de familiares de pessoas desaparecidas. Todos os dados serão protegidos por sigilo rigoroso, seguindo a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), garantindo que informações pessoais sensíveis sejam utilizadas apenas para fins de identificação.
Com a implantação do banco, o Rio de Janeiro se torna referência no uso de tecnologia genética para justiça e segurança pública, mostrando como a inovação pode aproximar respostas de quem mais precisa: famílias em busca de seus entes desaparecidos e a sociedade em busca de mais segurança.








