LSM – Moradores do loteamento Morada das Águias, em Itaipuaçu, denunciaram o que classificam como descaso da Prefeitura de Maricá após a interdição da principal ponte que liga o bairro ao Barroco.
De acordo com os relatos, a estrutura apresenta risco de desabamento e chegou a ser interditada pelo poder público. No entanto, mesmo após uma semana do bloqueio, nenhuma obra foi iniciada, o que tem gerado revolta e transtornos à população.
A ponte é considerada essencial para o dia a dia dos moradores, sendo utilizada como principal acesso para o trabalho, deslocamento de estudantes e atividades básicas da rotina.
Ainda segundo a denúncia, duas escolas da região dependem diretamente da via, incluindo o trajeto de ônibus escolares, que foi impactado pela interdição.
Sem o acesso, moradores passaram a utilizar rotas alternativas, como Recanto e Itaocaia Valley, o que tem aumentado significativamente o tempo de deslocamento e os gastos com combustível.
“Estamos há uma semana com a ponte fechada e nada foi feito. Isso está prejudicando todo mundo”, relatou um morador.
Diante da situação, a população cobra uma resposta urgente das autoridades, temendo que o problema se agrave ainda mais e comprometa a segurança de quem vive na região.
Em outro relato, o alerta é ainda mais preocupante: “A ponte vai cair!”.
Mesmo após cerca de uma semana da interdição, moradores afirmam que nenhuma obra foi iniciada, o que tem causado transtornos significativos à população.
A ponte é considerada essencial para o dia a dia da região, sendo utilizada como principal acesso para o trabalho, deslocamento de estudantes e atividades básicas.
Segundo os moradores, duas escolas dependem da via, incluindo o trajeto de ônibus escolares. Com o bloqueio, motoristas passaram a utilizar caminhos alternativos, como Recanto e Itaocaia Valley, aumentando o tempo de deslocamento e os custos com combustível.
Os moradores cobram uma resposta urgente do poder público para garantir a segurança e restabelecer o acesso entre as localidades.
Ônibus escolares foram retirados do trajeto que passa pela ponte, colocando ainda mais em risco os alunos








