LSM – Fontes do LSM informaram que o adolescente de 17 anos, que estava na residência onde a pequena Ayla Nunes Alves, de 1 ano e 3 meses, estava sob os cuidados da babá, confessou ter abusado da criança.
Em depoimento à Polícia Civil, o jovem inicialmente negou ter provocado a morte da bebê, mas posteriormente admitiu todo o crime aos investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).
A criança deu entrada já sem vida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Inoã, em Maricá, na madrugada de sexta-feira, 20. Segundo informações preliminares, a vítima apresentava marcas no pescoço compatíveis com possível esganadura, além de outros sinais de violência. A confirmação oficial das causas da morte depende do laudo pericial.
A bebê estava na residência da babá, em um apartamento do programa Minha Casa Minha Vida, no distrito de Itaipuaçu. A mulher responsável pelos cuidados da criança também foi presa. O adolescente, apontado como neto da cuidadora, foi conduzido à especializada para prestar depoimento.
Pai diz que não protegerá o filho
Na porta da Delegacia de Homicídios, Gilmar da Silveira, pai do adolescente, afirmou que não irá “passar a mão na cabeça” do filho caso fique comprovada qualquer responsabilidade. Ele destacou que a prioridade é que a verdade venha à tona e ressaltou que a família está abalada.
“Uma vida não pode ser tratada com indiferença. Se houver culpa, haverá cobrança dentro da própria família”, disse Gilmar.
Mãe da bebê busca respostas
A mãe da criança, que é mãe solo, afirmou que ainda tenta compreender o que teria motivado o crime. Ela confiou a bebê aos cuidados da babá recentemente devido à necessidade de trabalhar.
“Eu ainda estou tentando entender o que aconteceu”, declarou emocionada na saída da unidade policial.
Rápida atuação da polícia
Familiares da bebê e pessoas que estavam na residência foram intimados a prestar depoimento. Peritos realizaram diligências no imóvel com apoio do Patrulhamento Tático Móvel (PATAMO) da 6ª Companhia de Maricá.
O caso foi registrado inicialmente na 82ª DP (Maricá) e posteriormente encaminhado à Delegacia de Homicídios, que segue conduzindo as investigações. Até o momento, não há conclusão oficial divulgada pelas autoridades.








